A AFETIVIDADE E A AUTO-ESTIMA NA RELAÇÃO PEDAGÓGICA

outubro 8, 2008 sandrassouza

O conhecimento intelectual é uma das principais preocupações da escola, porém hoje constata-se que tão importante como as idéias é o equilíbrio emocional, o desenvolvimentos de a atitudes positivas diante de si mesmo e dos outros, aprender a colaborar, a viver em sociedade, em grupo, a gostar de si e de dos demais.

A escola de hoje não trabalha a auto-estima, porém segundo Wong os alunos só terão sucesso na escola, no trabalho e na vida social se tiverem autoconfiança e auto-estima.

A educação tem se baseado na desconfiança e no medo a sermos enganados e em contraposição aprendemos mais e melhor se o fazemos num clima de confiança, de incentivo, de apoio, de auto-conhecimento. Se estabelecemos relações cordiais de acolhimento para com os alunos, se nos mostramos pessoas abertas, afetivas, carinhosas, tolerantes e flexíveis, dentro de padrões e limites mais facilmente se atingirão os objetivos da educação.

Temos baseado a educação mais no controle do que no afeto, no autoritarismo do que na colaboração.

A afetividade é um componente básico do conhecimento e está intimamente ligado ao sensorial e ao intuitivo. Ela se manifesta no clima de acolhimento, de empatia, desejo, gosto, da compreensão para consigo mesmo, para com os outros e para com o objeto do conhecimento facilitando a comunicação multiplicando as potencialidades.

A educação precisa incorporar mais as dinâmicas como as de auto-conhecimento, as de cooperação e as de comunicação desenvolvendo assim o potencial que cada aluno tem dentro das suas possibilidades e limitações. Praticar a pedagogia da inclusão, dentro da própria escola, que muitas vezes exclui quando exige dos alunos com dificuldades de aceitação e de relacionamento, resultados imediatos, metas difíceis para eles no campo emocional.

Há uma serie de obstáculos no caminho, entre elas a falta de formação emocional e afetiva do professor que tende a enxergar mais os erros que os acertos. Se os professores não desenvolvem sua própria auto-estima, se não se dão valor, se não se sentem bem como pessoas e profissionais, não poderão educar num contexto afetivo.

O professor que gerencias bem suas emoções confere às suas palavras e gestos clareza, convergência, reforço e, geralmente, o faz de forma tranqüila, sem agredir o outro.

Nos vários ambientes que freqüentamos, nos comunicamos como pessoas realizadas ou insatisfeitas, além disso nos expressamos como homens ou mulheres, jovens ou adultos ricos ou pobres. Todas essas variáveis interferem nos vários níveis de comunicação pessoas, grupal e organizacional e expressas o nível de aprendizagem que atingimos como pessoas.

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